Decisão registrada
Toda escolha de arquitetura fica documentada: o contexto, as alternativas e o motivo. Seis meses depois, ninguém precisa adivinhar por que algo foi feito daquele jeito.
A Noryvexal nasceu em São Paulo em 2015, quando três engenheiros cansados de projetos entregues e abandonados decidiram ficar do lado de quem opera. Continuamos nesse lado.
O primeiro contrato foi uma migração de emergência num fim de semana de novembro. O sistema de um varejista não aguentou o pico e passamos 40 horas colocando tudo de pé na nuvem. Deu certo, e a lição ficou: infraestrutura se prova no pior dia, não na apresentação de vendas.
Desde então crescemos devagar, por indicação. Recusamos projetos quando não temos gente para operá-los bem. Preferimos poucos clientes com atenção real a uma carteira grande e um plantão sobrecarregado. Hoje somos dezoito pessoas entre engenharia, SRE e governança, e a régua continua a mesma.
Toda escolha de arquitetura fica documentada: o contexto, as alternativas e o motivo. Seis meses depois, ninguém precisa adivinhar por que algo foi feito daquele jeito.
Você enxerga o que a nossa equipe enxerga. Sem relatório maquiado, sem número que só aparece quando convém. Transparência é operação, não cortesia.
Nenhuma virada acontece sem um plano de retorno testado. Se algo sair do previsto, voltamos ao estado anterior em minutos, não em reuniões.
A conta da nuvem entra no desenho desde o começo, não como surpresa no fim do mês. Cada recurso tem dono, previsão e razão de existir.
Responde pelo desenho técnico dos engajamentos e pela escolha de provedor. Quinze anos entre sistemas distribuídos e bancos digitais.
Cuida do plantão, das metas de disponibilidade e da resposta a incidentes. Acredita que um bom runbook vale mais que um herói de madrugada.
Liga a conta da nuvem ao planejamento financeiro dos clientes. Traduz linhas de fatura em decisões que a diretoria consegue tomar.
Preferimos ser previsíveis a ser impressionantes.— Do documento de fundação da Noryvexal